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Autarquia investe em ‘empreitada’ científica para conhecer melhor a biodiversidade marinha

Divisão de Ciência da Câmara Municipal do Funchal pretende fazer um inventário de todos os organismos e espécies que existem nos mares da Região. 

A Divisão de Ciência da Câmara Municipal do Funchal tem em campo, desde o ano passado, uma ‘empreitada’ científica para fazer o inventário de todos os organismos e espécies que existem nos mares da Região. 

Este é um grande projeto inovador, pioneiro e integrador de conhecimento que está a ser levado a cabo pela Estação de Biologia Marinha e o Museu de História Natural do Funchal para que, dentro de pouco tempo, haja conhecimento rigoroso, credível e atualizado sobre a biodiversidade marinha da Madeira.

A ‘empreitada’ científica começou a ganhar mais forma a partir de março de 2020, na altura do confinamento, e partiu dos investigadores da Divisão de Ciência começarem a recolher informação, sendo que muito dela já existe, porém está muito dispersa. O objetivo é, assim, fazer um inventário recolhendo todos os estudos disponíveis, que permita investigar as fontes originais, para que, nos próximos anos, seja possível publicar essas listagens para dar a conhecer com exatidão as espécies que existem nos mares da Região.

Em última análise, este projeto vai possibilitar estudar o que está a acontecer à biodiversidade marinha da Madeira, o que poderá ajudar a perceber a relação com as alterações que estão a ocorrer no planeta.

Apesar de todos os constrangimentos que a crise pandémica trouxe, a Ciência não parou. A Autarquia funchalense é a única do país com uma divisão dedicada à investigação científica, um tema que assume vital importância para este Executivo Municipal, que tem como cerne dos seus pilares de governação a Inovação e a Sustentabilidade Ambiental.

De referir que, além deste projeto arrojado, a Divisão de Ciência da Autarquia encontra-se paralelamente a trabalhar com afinco na reabertura do Museu de História Natural do Funchal, que está a ser alvo de obras profundas de remodelação, que deverão estar concluídas no verão de 2021.

Com 86 anos de atividade celebrados o ano passado, esta foi a intervenção mais substancial neste espaço no último meio século, desde a criação do Aquário, e terá implicações assinaláveis naquele que será o futuro do Museu.

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