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CMF investe 52 mil euros na recuperação do Aqueduto do Ribeiro Seco

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, e o Vereador com o pelouro das Obras Públicas, Rúben Abreu, visitaram as obras de reabilitação que decorrem nas estruturas de apoio do Aqueduto do Ribeiro Seco, em São Martinho. Esta intervenção de proteção e valorização do património histórico da cidade representa um investimento municipal de 52 mil euros .

O Presidente Miguel Silva Gouveia refere que “esta obra tem como objetivo principal restaurar e conversar o histórico Aqueduto do Ribeiro Seco, centrando-se os trabalhos na recuperação e tratamento de toda a estrutura metálica de suporte da conduta, e também na reabilitação dos pilares de suporte em betão, o que inclui a retirada do betão degradado, tratamentos dos elementos em ferro e a aplicação de uma nova camada de betão.”

O Aqueduto do Ribeiro Seco é constituído por cinco tramos, divididos em dois tramos extremos nascente/poente (com 9,0 e 5,7 m, respetivamente), dois tramos intermédios com 19,2m e um tramo central com 25,52 m. A estrutura metálica é composta por duas treliças de apoio ao coletor, constituídas por vários tipos de perfis metálicos apoiados por estruturas de betão armado constituídas por quatro pilares com alturas que variam desde os 8,0 m até aos 14,0m.

Tendo em conta o interesse histórico do monumento, e a especificidade dos trabalhos a realizar, a Câmara Municipal do Funchal realizou uma avaliação prévia do estado de conversação do aqueduto que denotava alguns sinais do tempo, de forma a possibilitar uma intervenção criteriosa recorrendo a metodologias de intervenção apropriadas ao contexto cultural, arquitetónico e funcional do espaço.

Miguel Silva Gouveia conclui que “a valorização do Aqueduto do Ribeiro Seco insere-se numa das áreas que são fundamentais para este Executivo, que é a valorização do património com valor histórico e emocional para a cidade do Funchal e para os funchalenses. Enquanto cidade turística por excelência, consideremos que é essencial que se continue a proteger, promover e divulgar, para memória coletiva, tudo aquilo que constitui património da nossa História comum.”

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