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Edição especial da Feira do Livro do Funchal decorre até 20 de novembro na Praça do Município

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, acompanhado pelo respetivo Executivo municipal, inaugurou, esta tarde, na Praça do Município, a edição especial da Feira do Livro do Funchal, uma iniciativa cultural que acontece sob o mote “Livros e Direitos” e tem por objetivo apoiar os livreiros, editores e alfarrábios do concelho na comercialização dos seus livros. 

O Presidente Miguel Silva Gouveia referiu, na ocasião, que “num ano atípico marcado pelo adiamento de diversos eventos, a Câmara Municipal do Funchal tem procurado adaptar a sua programação cultural, e o caso da Feira do Livro não foi exceção, para responder aquelas que são as necessidades que esta altura exige. Os comerciantes do Funchal têm feito um enorme esforço ao longo dos últimos meses para manter as portas abertas e é nosso dever fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para manter uma programação cultural na rua, que apoie as vendas em tempo de crise e dinamize a economia local.”

Esta iniciativa camarária representa um investimento municipal de cerca de 50 mil euros e decorre diariamente das 10h às 19h, contando com a presença de 18 livreiros e alfarrabistas, entre os quais a FNAC, Livraria Esperança, Papelaria do Colégio, Leya, Joias da Cultura, Julber e Crerital, entre outros. “Durante o certame, para além do espaço para compra de livros, decorrerá no outro pavilhão várias apresentações e lançamentos de livros, sendo que seis deles foram editados ou apoiados pela Câmara Municipal do Funchal”, acrescentou o autarca.

A programação do “Livros e Direitos” dará enfoque a temáticas e ao público infantojuvenil, refletindo sobre a importância dos direitos da criança, na semana em que se assinala internacionalmente a Convenção sobre este tema. Os dois espaços garantem todas as condições e regras de segurança, com lotação limitada a 50 pessoas, medição de temperatura, higienização das mãos e um corredor de evacuação.

Miguel Silva Gouveia recordou que durante o primeiro estado de emergência nacional “este Executivo encarou a cultura como um bem essencial e distribuiu gratuitamente, ao abrigo do programa «Livros Pedidos», cerca de 30 mil livros a 2500 famílias do Concelho do Funchal que estavam confinadas em casa, como forma de manter a relação com a literatura.”

“Esta semana de literatura na Praça do Município será, assim, mais um exemplo claro do ecletismo que a Cultura do Funchal se tem habituado a apresentar, ajudando-nos a criar alicerces para esse desígnio maior, essa missão que nos une a todos, que é a candidatura do Funchal a Capital Europeia da Cultura em 2027”, concluiu.

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