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Emanuel Gaspar lança obra que imortaliza o património arquitetónico da Madeira

Livro “Arquitetura no Arquipélago da Madeira. Do povoamento à contemporaneidade” contou com o apoio da Câmara Municipal do Funchal.

Foi apresentado hoje, no Parque de Santa Catarina, o livro “Arquitetura no Arquipélago da Madeira. Do povoamento à contemporaneidade”, da autoria de Emanuel Gaspar, obra que contou com o apoio da Câmara Municipal do Funchal, e com a apresentação do arquiteto Rui Campos Matos.

Madalena Nunes, Vereadora com o pelouro da Cultura, na Autarquia, esteve hoje presente nesta cerimónia de lançamento e destacou a importância deste livro para a história arquitetónica da Região. O Vereador Bruno Martins, com o pelouro do Urbanismo marcou igualmente presença neste evento.

Por seu turno, o autor explica que a obra “sinaliza as mais emblemáticas construções ao longo dos últimos seis séculos da Madeira”, através de uma linguagem simples. “É um livro dirigido aos leigos e aos cidadãos em geral”, disse Emanuel Gaspar, salientando que o seu objetivo é “sensibilizar e elucidar os leitores para a importância do património edificado ao longo dos últimos séculos até ao presente”.

O historiador salientou ainda que um dos seus principais propósitos com este trabalho é que a população passe a conhecer “as características e a relevância cultural” dos imóveis históricos.

Contudo, esta obra é também uma “chamada de atenção para a importância da preservação e defesa do património arquitetónico” pois é “parte da nossa memória coletiva que nos caracteriza enquanto povo”, vinca o autor.

O livro está dividido em seis capítulos e tem o prefácio do arquiteto Victor Mestre, que afirma o seguinte: “Emanuel Gaspar alcança com êxito a síntese de algo tão vasto temporalmente e complexo na sua génese, como é a arquitetura de um longo período histórico, sobretudo quando analisada nos contextos societários”.

“Estamos em crer que o processo comunicativo deste livro é abrangente e pedagógico, na justa medida em que dá a conhecer, estimula a curiosidade e procura apetrechar o cidadão de novos instrumentos de apreciação de um edifício”, acrescenta o arquiteto.

A obra é enriquecida com fotografias atuais e antigas cedidas pelo Arquivo Regional da Madeira e pelo Museu de Fotografia da Madeira- Atelier Vicentes, com o trabalho fotográfico de Duarte Teixeira, design do Ricardo Caldeira e a revisão científica da Professora Doutora Isabel Santa Clara.

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