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Mercado do Chocolate começou hoje no Mercado dos Lavradores

A VI Edição do Mercado do Chocolate decorre de 29 a 31 de março das 9h00 às 18h00

O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Silva Gouveia, acompanhado pela Vereadora que tutela os Mercados Municipais, Dina Letra, esteve presente esta manhã no Mercado dos Lavradores, para a abertura da 6ª edição do Mercado do Chocolate que decorre até à próxima quarta-feira.

Miguel Silva Gouveia  referiu que “o regresso deste evento é uma forma de demonstrarmos confiança não só a todos os consumidores que visitam a nossa cidade, mas também na retoma da nossa atividade comercial. O ano passado não realizamos esta feira porque estávamos de quarentena nas nossas casas, e esperamos que esta sexta edição do Mercado do Chocolate venha a ser o mote para a normalização generalizada da atividade na economia local.”

A VI Edição do Mercado do Chocolate decorre das 9h00 às 18h00 e acontecerá no terrado (piso térreo) e no terraço do Mercado dos Lavradores e contará com a presença de 11 parceiros, nomeadamente: Uau Cacau, Escola Profissional de Hotelaria e Turismo da Madeira, Sr. Brigadeiro, Micas&Pitta’s, Crepe Mania, Ignácias, Lulu Brigadeiros, Nelma Costa, Oh my dough!, Suspiros da Lu e My Screw.

O autarca explicou que “até quarta-feira todos estes parceiros têm oportunidade de mostrarem e venderem os seus produtos numa feira que já se tornou carismática por esta altura da Páscoa. São três das onde vamos redinamizar o comércio na baixa do Funchal, privilegiando sempre aqueles que são os produtos regionais, as pequenas marcas e a qualidade que nós temos na Madeira.”

O Presidente salientou que a estratégia do Executivo para o mercado passa sempre por dois pilares fundamentais “o primeiro é garantir a qualidade do produto regional e, essa qualidade, vê-se não só na forma como trabalhamos e apresentamos aqui o chocolate, mas também na qualidade de todos os outros produtos que comercializamos no Mercado dos Lavradores.”

Relativamente ao segundo ponto a Autarquia pretende “assegurar que todas as pessoas que entram no mercado tenham todas as condições de segurança e salvaguarda sanitária. Como tal, no espaço são cumpridas todas as regras emanadas pelas autoridades de saúde, sendo que todas as bancas e todos os nossos visitantes têm à sua disposição os materiais e equipamentos necessários para poderem estar seguros e protegidos.”

Miguei Silva Gouveia concluiu que “apesar de não haver por esta altura a retoma da atividade turística que gostaríamos, não poderíamos deixar esquecido o Mercado dos Lavradores, nem tão pouco deixar esquecida toda a qualidade que nós temos intrínseca no nosso Funchal. Procuramos, assim, transmitir a confiança necessária à nossa população e beneficiar todos quantos exercem a sua atividade no mercado, mostrando à Madeira e ao mundo tudo o que de bom temos para oferecer.”

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