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Teatro Municipal Baltazar Dias recebe o espetáculo “Maria, a Mãe”

Nos dias 21 e 22 de julho, às 21h.

Nos dias 21 e 22 de julho, pelas 21 horas, o Teatro Municipal Baltazar Dias recebe o espetáculo “Maria, a Mãe” de Elmano Sancho, uma peça sobre a perda, a dor, a solidão, a velhice, o esquecimento e a morte, com interpretação de Custódia Gallego, Elmano Sancho, João Gaspar e Lucília Raimundo.

A Sagrada Família, caixa rectangular de madeira onde se encontram as imagens de José, Maria e Jesus, é um pequeno oratório portátil. Na porta lateral esquerda, estão escritos os nomes dos assinantes que pretendem acolhê-la em casa e seguir os ensinamentos da família de Nazaré.

O culto remonta ao século XV e existe de forma residual em algumas aldeias do país. Este oratório é o elemento cénico comum aos três textos que integram A Sagrada Família de Elmano Sancho: José, o pai; Maria, a mãe; Jesus, o filho. Maria, a mãe, segundo texto da trilogia sobre a família. A peça fala sobre a família enquanto pilar principal da sociedade e das relações sociais que estabelecemos.

Depois da estreia em novembro de 2020 no Teatro da Trindade, em Lisboa, a peça “Maria, a Mãe” entrou em digressão nacional, realizando apresentações em cerca de sete localidades, terminado no Funchal.

O encenador e ator, Elmano Sancho, transpõe para o palco pensamentos e sentimentos característicos do trabalho que tem vindo a desenvolver desde 2014, quando se estreou na encenação e foi de imediato premiado (‘Misterman’, de Enda Walsh).

Nascido em Seul, em 1959, e residente na Alemanha, licenciou-se em Teatro na Escola Superior de Teatro e Cinema. Estudou também na Real Escuela Superior de Arte Dramático de Madrid, em Espanha, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, no Brasil, e no Conservatoire National Supérieur D´Art Dramatique de Paris, em França.

A peça que agora vai estar em cena no Teatro Municipal Baltazar Dias é o segundo texto da trilogia “A Sagrada Família”, que Elmano Sancho começou a escrever em 2017, para a qual venceu uma bolsa da Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas (DGLB).

Esta é uma produção conjunta do Teatro da Trindade/INATEL, da companhia Loup Solitaire e da Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, “Maria, a Mãe” conta com o apoio da Fundação GDA, criada pela cooperativa Gestão e Direitos dos Artistas e da Câmara de Lisboa.

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